A insegurança, aquela…

O que é insegurança? Não vou procurar no Google, mas acredito de seja aquele passo que a gente dá para trás com medo de dar o para frente. Uns chamam insegurança de bom senso também, controle, cautela.Outros acham que é baixa autoestima. Mas, e se a gente parar de pensar nisso tudo, parar de conceituar, de colocar na balança e passar a seguir um sujeito chamado INSTINTO?

Não, eu não estou aqui para dar respostas. É que sou do tipo insegura, que morre de medo, mas que vai assim mesmo. Isso é bom? Talvez. Porque a expectativa de uma atitude é a parte mais difícil do processo. Acredito que seja disso que as pessoas têm medo… Mas, por favor, não me mandem não criar expectativas… Besteira. Quem criou essa modinha de “crie unicórnios, mas não crie expectativas” é alguém que precisa crescer. A vida já é difícil demais para NÃO criá-las. Que foi? Se relacionou com alguém e prefere se fingir de morta que começar a pensar os nomes dos filhos? Ai, gente, nome dos filhos eu não penso, não, porque já tenho uma, mas pensar nos cachorrinhos correndo no nosso quintal, ah, eu penso. Me viu no dia seguinte e me deu “bom dia de porteiro”, poxa, que pena…mas…eu nem gostava de cachorros mesmo. E, claro, que filhodaputa… Não tenho sangue de barata.

Mas, Danielle… Não é tão fácil assim. Eu sei. Rejeição é foda. A gente não tem estrutura emocional. Nada foi do jeito esperado, sonhado, imaginado. Uma merda. Mas, eu vou assim mesmo. Já me fudi? Muito. Já passei vergonha? Já. Eu sou exemplo pra vida de alguém? Não. E nem precisa ouvir nada do que estou dizendo, porque só sei consolar a mim mesma, porque me conheço e falo sozinha.

Bem, a vida bota toda qualidade de gente no seu caminho, que vai tentar te moldar o tempo todo, você percebendo ou não. Com a maturidade você se dará conta, assim espero, de quem você é e o que realmente é importante. Acho que já fui de tudo um pouco, e vou continuar modificando com o tempo. De repente as frases de feito que ouvimos o tempo todo por aí até passam a fazer sentido. Acho que você pode ser quem você quiser, assim como você pode se sentir feliz sendo alguém que quer aceito. Não sou eu que determino o tipo de felicidade universal. Só acho que segurança mesmo a gente não tem nunca. Vai fazer o quê? Esperar para ver no que dá? Se der errado a culpa não é sua? Mas, o risco de dar certo jamais terás, bebê. Vai lidar com as sobras do acaso?

Faço o que quiser da minha vida. Falo sempre, e faço, sim, mas vocês nem imaginam que essa pessoa confiante ainda mente para mãe quando sai “com um menino sozinha”. Não, nunca. Para sempre vou dormir na casa de uma amiga. Dentre outros disfarces que usava na adolescência. Fazer o que quero não quer dizer exatamente que o mundo vai funcionar do meu jeito. Minha mãe prefere que eu “durma na casa de uma amiga”, e seremos felizes para sempre. Caso contrário, não terei com quem deixar minha filha e serei virgem para sempre.

Qual a conclusão podemos chegar com isso tudo? Cara, pensaí. Já falei que não estou aqui para dar respostas. Mas, um conselho sábio que aprendi com o Capitão, e posso fazer a gentileza de compartilhar: “Kowalski, desliga essa caixola…siga seus instintos!”.

Só não esqueça de ser educado, porque ninguém é obrigado a te fazer feliz.

 

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